Meu nome é Valéria Pellon. Minha vida com meu marido Leonardo foi atropelada por uma grande injustiça: em 11 de janeiro de 2007, Felipe, nosso anjinho tão esperado, nasceu em um dos melhores hospitais do Rio de Janeiro e, em função de negligência médica, sofreu lesões cerebrais irreversíveis durante o parto, em decorrência de asfixia. Após 5 meses internado na UTI veio pra casa com "home-care", como viveu até 11 de novembro de 2010, em estado vegetativo. Este blog é uma forma de "gritar" o nosso sofrimento e mostrar como o amor salva nossas vidas e nos faz sobreviver, a cada dia.
Cara Valéria,
ResponderExcluiraqui vão minhas preces e pensamentos para o Felipe, vc e o Léo. Que o tempo seja generoso e transforme a dor em saudade e depois a saudade em belas lembranças. Acredito que perder um filho, dor que não nos deixa viúvas ou órfãs - uma dor sem nome, é uma situação sem atenuantes, mas gosto de pensar que encontrarei meu filho feliz e que ele se libertou do corpo que aprisionava o ser livre que ele era...não traz consolo, somente uma leveza para enfrentar os caminhos tortuosos pelos quais temos que passar. Com todo o meu carinho e a minha solidariedade.
Sandra (helenabrigolini.blogspot.com)
Valeria, Carmen chegou aqui e logo lembrou e falou do Felipe. Segurei as mãozinhas do Antonio e juntos pedimos que onde quer que o Felipe estaja, seja bonito como o dia que está fazendo hoje. Que tenha sol e borboletas amarelas.
ResponderExcluirum beijo grande.
Valeria, li a sua mensagem no jornal o Globo e fiquei....nem sei como descrever....muito abalada! Queria deixar aqui um abraço forte em você e no seu marido! Não sei o que lhe dizer mais sou mãe também e precisava escrever para vc neste dia tão especial para vc!Fique com Deus! Um abraço fote! Anna Cecilia
ResponderExcluirAmor infinito e eterno que o Felipe teve de vocês desde sempre. Bonitinho demais.
ResponderExcluirBjs meus e da Sofia.
Tive a sorte de conhecer sua mãe no pilates, comentando sobre meu blog, Diário de uma Senhora,
ResponderExcluirela me contou do seu.Saudade de filho deve ser a maior de todas.Porém já se passaram dez anos e a falta
que sinto de meu companheiro muito amado continua bem presente.Estou longe ainda de ser espiritualmente resolvida, sou uma simples aprendiz.Mas o que me alivia é pensar que ele estaja bem e feliz.O mesmo estou desejando para Felipe.
Para vc. e seu marido envio um afetuoso abraço.
Cordelia Gaensly